O próximo capítulo de Resident Evil nos cinemas promete romper com tudo o que já foi visto na franquia. Sob o comando de Zach Cregger, o projeto está sendo descrito como uma experiência visceral e minimalista. De acordo com informações do portal World of Reel, a produção foge do terror comercial padrão para entregar uma obra focada em tensão contínua e efeitos práticos.
Inspiração em Mad Max e ritmo implacável
As primeiras impressões de exibições de teste indicam que o filme tem uma energia comparável a Mad Max: Estrada da Fúria, mas substituindo o deserto por hordas de mortos-vivos. Com apenas 90 minutos de duração, a narrativa é descrita como “puro acelerador”, sem interrupções para o público respirar.
“Dizem que o filme é construído quase inteiramente em torno da tensão. É uma versão de terror de Mad Max”, afirmou uma das fontes que assistiu à versão preliminar.
Trama enxuta e protagonista “viciado”
A história central é simples e direta:
- O Protagonista: Austin Abrams deve interpretar um entregador excêntrico e dependente químico.
- A Missão: Ele precisa atravessar o caos de Raccoon City durante o surto viral para entregar uma maleta misteriosa em um hospital.
- A Estrutura: O personagem funciona quase como o “avatar de um jogador”, movendo-se de um cenário de pesadelo para outro com pouquíssimo diálogo e foco total na ação física.
O que esperar da nova direção?
A escolha de Zach Cregger sinaliza que a marca não está no “piloto automático”. Conhecido por subverter expectativas em seus filmes anteriores, o diretor teve liberdade criativa para ignorar o cânone rígido dos jogos e as adaptações passadas, focando em uma estética crua.
Embora relatos de testes internos devam ser vistos com cautela, já que podem ser influenciados pelo marketing, o histórico de acertos do World of Reel e o talento de Cregger geram uma expectativa legítima por algo inovador.
Data de estreia: O longa está programado para chegar aos cinemas em 17 de setembro.





