O aguardado retorno de Alex a Street Fighter 6 trouxe um recorde histórico de jogadores simultâneos no Steam, mas a celebração foi rapidamente substituída por choque. O encerramento do Modo Arcade do personagem, protagonista de Street Fighter III: New Generation, revelou detalhes inéditos — e controversos — sobre sua vida pessoal: ele se casou e teve um filho com Patricia, sua prima de segundo grau e irmã adotiva.
O desfecho inesperado
Diferente de outros personagens que possuem finais focados em rivalidade ou reconciliação (como Luke e Guile), o slideshow de Alex foca em sua árvore genealógica. Patricia é apresentada simultaneamente como sua parente biológica e irmã de criação, uma decisão de roteiro que pegou os fãs de surpresa.
Raízes do conflito na Lore
A relação entre os dois não é nova, mas o salto temporal e a natureza do vínculo acenderam o debate:
- O passado: Em Street Fighter III, Alex (então com 20 anos) e Patricia (com 14) apareciam cuidando de Tom, pai de Patricia e figura paterna de Alex.
- O parentesco: Tom é primo de primeiro grau da falecida mãe de Alex, o que torna Alex e Patricia primos de segundo grau por sangue.
- O agravante: Além do laço sanguíneo, Tom é estabelecido como pai adotivo de Alex, o que tecnicamente os torna meio-irmãos por criação.
Reação da Comunidade e Defesas
De acordo com o portal Event Hubs, a base de fãs reagiu negativamente. Parte da comunidade tentou argumentar que a paternidade adotiva de Tom seria válida apenas em mídias secundárias (como as HQs da UDON).
No entanto, o próprio jogo desmente essa teoria: no modo World Tour de Street Fighter 6, Alex refere-se explicitamente a Tom como seu pai. Mesmo que o vínculo adotivo fosse ignorado, a relação consanguínea permanece oficial na cronologia da Capcom, tornando a escolha narrativa difícil de ser aceita por grande parte do público.





