A partir de 19 de fevereiro de 2026, a Epic Games implementará mudanças rigorosas no sistema anticheat do Fortnite para computadores. Seguindo a tendência de outros grandes títulos competitivos — como Valorant, League of Legends e Call of Duty: Black Ops 7 — o battle royale passará a exigir obrigatoriamente os recursos Secure Boot, TPM 2.0 e IOMMU.
O que muda na prática?
Essas ferramentas atuam diretamente no hardware e na BIOS do computador, criando uma barreira contra trapaças que tentam se infiltrar no nível do kernel (o núcleo do sistema operacional).
- Secure Boot e TPM 2.0: Essenciais para proteger o sistema contra softwares maliciosos desde a inicialização. Já são requisitos padrão do Windows 11.
- IOMMU: Novo recurso que chega ao jogo para garantir a integridade total da memória durante as partidas.
Atenção: Se esses recursos estiverem desativados na sua BIOS, você não conseguirá iniciar o Fortnite. A Epic Games recomenda o uso de tutoriais oficiais para realizar a ativação, já que alterações incorretas na BIOS podem comprometer o funcionamento do PC.
Impacto na Comunidade
Embora essas exigências já fossem aplicadas ao cenário competitivo desde o início de 2025, agora elas se tornam o padrão global para todos os usuários. Segundo a Epic Games, a mudança não deve causar um impacto de exclusão em massa: cerca de 95% dos jogadores de PC já possuem hardware compatível com o Windows 11 ou podem ativar as funções sem custos adicionais.
Para facilitar a transição, a empresa liberou guias técnicos detalhados para ajudar os jogadores na configuração correta antes do prazo final, na próxima semana.





