Novas especulações sobre o PlayStation 6 ganharam força após revelações do insider KeplerL2 no fórum NeoGAF. Segundo o vazamento, a Sony planeja especificações ambiciosas para o console, que pode chegar ao mercado com 30 GB de memória RAM. Além disso, o insider mencionou o “Projeto Canis”, um novo dispositivo portátil da marca que teria o foco em alta capacidade de memória, com 24 GB de RAM.
O avanço tecnológico sugere que a Sony busca integrar o PS6 e o portátil em um ecossistema unificado, priorizando largura de banda e arquitetura moderna para suportar jogos cada vez mais complexos.
Detalhes técnicos: O salto na memória
As informações indicam uma evolução significativa em comparação à geração atual:
- PS6: Poderia ser equipado com 30 GB de memória GDDR7, quase o dobro dos 16 GB presentes no PS5. Para atingir essa marca com eficiência, a Sony utilizaria módulos de 3 GB em configuração clamshell, alcançando uma largura de banda de até 640 GB/s.
- Portátil (Projeto Canis): O dispositivo teria 24 GB de memória LPDDR5X, o que o colocaria no topo do segmento de portáteis premium, permitindo rodar versões adaptadas de grandes títulos de mesa com fluidez.
Essa robustez técnica ajudaria o console a processar melhor tecnologias como Ray Tracing avançado, inteligência artificial e mundos abertos detalhados, equilibrando custo e desempenho.
Estratégia e o futuro da execução local
Apesar do crescimento do mercado de nuvem, o CEO da PlayStation, Hideaki Nishino, reforçou que a execução local de jogos continua sendo a prioridade. Segundo o executivo, os custos elevados do streaming e a instabilidade das redes tornam o modelo tradicional de consoles mais viável. A transição para o PS6 é tratada como prioridade estratégica para manter o ecossistema construído desde o PS4.
Previsão de lançamento
Embora os rumores sejam empolgantes, o lançamento ainda parece distante:
- Janela provável: Documentos sugerem que o PS6 não chegará antes de 2028, com analistas de mercado apontando até para 2029 ou 2030.
- Motivo da espera: O aumento nos custos de componentes, como memórias e SSDs, pode levar a Sony a estender o ciclo de vida do PS5 para garantir um preço de lançamento mais competitivo para o sucessor.





