A desenvolvedora Garage51 anunciou oficialmente CORDURA, um jogo de terror psicológico cooperativo que transporta os jogadores para uma era vitoriana alternativa e sombria. Destinado ao PlayStation 5 e PC (Steam), o título desafia equipes de até quatro pessoas a explorarem mansões amaldiçoadas em busca de um mineral valioso, enquanto lutam para não perderem a sanidade — ou a vida.
O preço da arrogância e a busca pela Ambrosia
No universo de CORDURA, a humanidade ignorou os perigos da noite em nome do progresso. O resultado são propriedades corrompidas que surgem a cada manhã, repletas de corredores retorcidos e antigos habitantes transformados em cascas vazias.
O objetivo dos jogadores, no papel de “Contratantes”, é extrair a Rosa da Noite. Desse mineral é extraída a Ambrosia, um estimulante de luxo cobiçado pela elite. A missão é direta, mas mortal: entrar, colher o recurso e sair antes que as portas se tranquem para sempre.
Jogabilidade Assimétrica e Risco Real
O game aposta em uma dinâmica de funções distintas e alta penalidade:
- O Time de Campo: Até três jogadores exploram os labirintos procedurais como “Trabalhadores”.
- A Sala de Controle: Um quarto jogador monitora o mapa e opera uma lanterna potente para guiar a equipe.
- O Dilema do Som: Usar luz e perfurar o mineral agiliza o trabalho, mas o ruído atrai criaturas implacáveis.
- Morte Permanente: Se um Trabalhador morre, ele é perdido para sempre. Sobreviventes carregam cicatrizes, mas podem usar recompensas para melhorar equipamentos.
O Sistema Mimic: Onde o medo ganha voz
O grande diferencial de CORDURA é o perturbador Sistema Mimic. Conforme a sanidade dos personagens cai, o jogo passa a usar a identidade dos próprios jogadores para enganar a equipe.
- A “Noite” pode imitar os rostos e as vozes dos seus amigos.
- Aliados caídos podem retornar como cópias sinistras.
- A comunicação, essencial para sobreviver, torna-se a maior fonte de paranoia: como saber se quem está falando com você ainda é o seu companheiro original?





