Embora o juiz Amit Mehta tenha confirmado, em 2024, que a Google detém um monopólio ilegal no setor de buscas, ele não acatou as medidas mais drásticas sugeridas pelo governo.
- O que o Governo quer: Sanções rigorosas, como a venda forçada do navegador Chrome e o fim imediato de contratos de exclusividade com navegadores rivais (como Safari e Firefox).
- O que foi decidido: Até agora, a Google foi apenas obrigada a compartilhar dados de pesquisa com concorrentes para tentar equilibrar o mercado.
Google também recorre
A empresa não ficou parada e também acionou o tribunal de recursos. No entanto, o objetivo da Google é suspender as sanções já aplicadas. A defesa alega que compartilhar dados de buscas coloca em risco a privacidade dos cidadãos americanos e desencoraja a inovação de empresas rivais.
Retrospectiva do Caso
A batalha jurídica arrasta-se desde 2020 e atingiu marcos importantes nos últimos anos:
- Agosto de 2024: O tribunal conclui que a Google mantém um monopólio no mercado de buscas.
- Agosto de 2025: O juiz Mehta determina que a marca deve abrir seus dados para a concorrência.
- Fevereiro de 2026: O Departamento de Justiça intensifica a pressão por punições que forcem uma reestruturação da empresa.
O tribunal de recursos deve analisar os argumentos de ambos os lados até o fim de 2026, embora o calendário oficial de audiências ainda não tenha sido divulgado.
Outras Frentes de Batalha
Além do setor de buscas, a Google enfrenta uma maré de problemas jurídicos:
- Publicidade: A empresa perdeu uma ação sobre práticas anticompetitivas no setor de anúncios e aguarda a sentença.
- Privacidade: Recentemente, a companhia aceitou pagar uma indenização bilionária em um acordo sobre o uso indevido de dados móveis de usuários sem consentimento.





