O mais recente projeto cinematográfico estrelado por Tom Cruise enfrentou um tropeço comercial significativo. O longa Digger, dirigido por Alejandro González Iñárritu — conhecido por seu trabalho em O Regresso —, estreou na última semana registrando o pior desempenho de bilheteria inicial para o protagonista de Missão: Impossível em duas décadas.
- Faturamento inicial: Dados do portal Deadline indicam que a produção faturou modestos US$ 8 milhões nos Estados Unidos em seu primeiro fim de semana em cartaz, somando cerca de US$ 20 milhões em âmbito global.
- Marca negativa histórica: O resultado doméstico superou apenas o patamar de Leões e Cordeiros (2007), que abriu com US$ 6,7 milhões, consolidando a pior largada comercial do ator em quase vinte anos.

Tom Cruise estrela Digger, comédia satírica de Alejandro González Iñárritu que vem dividindo opiniões (Divulgação/Warner Bros. Pictures)
- Preocupação para o estúdio: Com custos de produção estimados em US$ 160 milhões, o título já acende alertas na Warner Bros. Pictures para se consolidar como um dos maiores fiascos financeiros de 2026.
Recepção Dividida e Premissa da Trama
Apesar de a estreia ter ocorrido no início de outubro e de o nome de Cruise já circular em especulações sobre possíveis indicações a premiações pela entrega física ao papel, a recepção mista entre críticos e espectadores pesou nos números. O tom controverso da obra e o desgaste precoce de sua mensagem social dividiram opiniões.
Na história, o ator interpreta Digger Rockwell, um magnata do setor petrolífero cujo império desencadeia uma catástrofe ambiental planetária. Diante do colapso, o personagem empreende uma jornada para tentar consertar o estrago e redimir-se como salvador do mundo. O roteiro aborda temas geopolíticos e as consequências da exploração humana, gerando debates tanto por seu excesso de metalinguagem quanto pelo destaque dado à intensa transformação visual do protagonista.





