ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Ator Dave Bautista conversa com estúdios para assumir papel de Kratos em adaptação de God of War Modificação faz clássico Doom rodar a 35 quadros por segundo com áudio dentro do MS Paint Aplicativo do Spotify apresenta falhas e interrupções em dispositivos Android Ação judicial cobra R$ 300 milhões da Apple por aplicativos de cassino acessíveis a menores Plataforma de streaming da Disney avalia lançamento de modalidade gratuita XBOX Game Pass recebe RPG dos criadores de Pokémon como grande destaque em agosto Ator Dave Bautista conversa com estúdios para assumir papel de Kratos em adaptação de God of War Modificação faz clássico Doom rodar a 35 quadros por segundo com áudio dentro do MS Paint Aplicativo do Spotify apresenta falhas e interrupções em dispositivos Android Ação judicial cobra R$ 300 milhões da Apple por aplicativos de cassino acessíveis a menores Plataforma de streaming da Disney avalia lançamento de modalidade gratuita XBOX Game Pass recebe RPG dos criadores de Pokémon como grande destaque em agosto Ator Dave Bautista conversa com estúdios para assumir papel de Kratos em adaptação de God of War Modificação faz clássico Doom rodar a 35 quadros por segundo com áudio dentro do MS Paint Aplicativo do Spotify apresenta falhas e interrupções em dispositivos Android Ação judicial cobra R$ 300 milhões da Apple por aplicativos de cassino acessíveis a menores Plataforma de streaming da Disney avalia lançamento de modalidade gratuita XBOX Game Pass recebe RPG dos criadores de Pokémon como grande destaque em agosto

Emily Blunt revela o motivo de ter vetado o uso de inteligência artificial em filme de Spielberg

Com lançamento agendado para o dia 11 de junho, o longa Dia D (Disclosure Day) marca o retorno do aclamado diretor Steven Spielberg às tramas de grandes conspirações e momentos perturbadores envolvendo vida extraterrestre. Mas se por um lado o cineasta não fecha totalmente as portas para as inovações da inteligência artificial, a protagonista Emily Blunt bateu o pé e se recusou terminantemente a utilizar a tecnologia em suas cenas.

Em entrevista ao quadro Hot Ones, do canal First We Feast, a atriz detalhou os motivos de sua rejeição às ferramentas digitais. Ela também revelou ter sido a mente — e a voz — por trás de uma das sequências mais assustadoras do filme, na qual sua personagem emite sons grotescos durante um programa de TV.

O Motivo da Recusa e os Bastidores da Cena

De acordo com Blunt, o momento mais impactante da produção tem aproximadamente quatro minutos de duração. Nele, a meteorologista Margaret Fairchild, vivida pela atriz, sofre uma espécie de pane ao vivo durante uma transmissão em Kansas City.

  • Foco no orgânico: “Havia diversas maneiras de fazer isso. Poderíamos ir pela rota da IA, que me aterroriza. Eu pensei que poderia fazer alguns sons reais e muitos estranhos”, explicou a artista.
  • Efeitos de voz puros: Blunt foi a única responsável por criar a sequência de cliques, respirações descompassadas e sussurros bizarros que o público ouvirá nos cinemas.
  • Técnica de captura: Para alcançar o resultado perturbador, a atuação foi gravada simultaneamente por dois microfones, gerando um loop sonoro diferenciado.
  • Pós-produção mínima: O material bruto de voz foi posteriormente lapidado pelo designer de som do longa para dar a atmosfera final à cena.

Essa postura firme não é novidade na carreira da atriz, indicada ao Oscar por Oppenheimer. Durante a turnê de divulgação do drama Coração de Lutador: The Smashing Machine, Blunt já havia expressado seu incômodo com “atrizes artificiais” criadas por computador — citando o caso de Tilly Norwood —, apontando que esse tipo de tecnologia destrói a conexão humana essencial no cinema.

Resistência em Meio à Nova Tendência de Hollywood

A firme decisão de Emily Blunt acontece em um período de forte transição na indústria cinematográfica, onde grandes estúdios tentam normalizar o uso de IA. Recentemente, a Amazon MGM Studios anunciou a criação de um Fundo de Criadores voltado justamente para incentivar produções que utilizem inteligência artificial em seu escopo.

Esse cenário escancara a queda de braço atual na indústria: enquanto executivos enxergam na tecnologia uma forma de baratear custos de produção, a classe artística luta para proteger seus empregos e a integridade da profissão.

No caso de Dia D, a insistência de Blunt pelo trabalho convencional colheu frutos valiosos. As primeiras exibições fechadas para a imprensa especializada renderam elogios calorosos à sua performance. Veículos como o Gizmodo cravaram o projeto como a melhor obra de Steven Spielberg em mais de duas décadas, enquanto o Collider destacou que a experiência é ainda mais impressionante para quem for aos cinemas sem ler spoilers sobre o enredo.

WhatsApp