Setembro reserva ótimas surpresas para os fãs de Star Trek. A partir do dia 11 de setembro, a Netflix receberá em seu catálogo todos os longas-metragems clássicos dessa icônica saga espacial, configurando a ocasião ideal para quem deseja realizar uma maratona completa pela franquia.
Lançada originalmente em 1966 com a série original criada por Gene Roddenberry, Jornada nas Estrelas conquistou o universo nerd ao acompanhar as explorações galácticas do Capitão Kirk, do Sr. Spock e de toda a tripulação da USS Enterprise em busca de civilizações inéditas.
Apesar de ter permanecido no ar na NBC por apenas três anos, a obra serviu de alicerce para uma das propriedades intelectuais mais influentes e duradouras da cultura pop, expandindo seu alcance por todo o planeta.
Uma parcela expressiva dessa popularidade veio justamente das adaptações cinematográficas clássicas, responsáveis por fixar a marca em Hollywood por décadas. Mas quais produções merecem prioridade na tela? A análise detalhada aponta os melhores caminhos a seguir.
Quais são os melhores filmes clássicos de Star Trek?
Quem pretende aproveitar a estreia na plataforma de streaming para decodificar o sucesso da saga pode querer ir direto aos títulos mais aclamados.

Filmes clássicos de Star Trek chegam à Netflix no dia 11 de setembro. (Divulgação/Paramount Pictures)
Primeiramente, vale listar a sequência correta dos seis longas originais que ingressam no catálogo:
- Jornada nas Estrelas: O Filme (1979)
- Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982)
- Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock (1984)
- Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986)
- Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira (1989)
- Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991)
Para quem prefere uma maratona enxuta, o destaque absoluto recai sobre três produções fundamentais: Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982), Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986) e Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991).
Eleito de maneira quase unânime por espectadores e críticos como o ápice da fase clássica, A Ira de Khan marcou época ao introduzir um dos antagonistas mais formidáveis da ficção científica e conduzir Kirk e sua equipe por um roteiro tenso e emocionante.
Já A Volta para Casa funciona como a escolha perfeita para quem aprecia abordagens mais bem-humoradas e descontraídas. Afastando-se da sobriedade do segundo filme, a trama aposta na comédia e em temáticas ecológicas ao trazer a tripulação de volta à Terra do século XX para lidar com uma crise planetária.
Enquanto isso, A Terra Desconhecida consagra-se como uma despedida memorável para o elenco original, apostando em uma narrativa de conspiração e mistério político onde a tripulação é injustamente incriminada.
Vale a pena assistir aos demais filmes clássicos?
Para os completonistas que desejam absorver cada detalhe do lore original, conferir a filmografia inteira é um caminho altamente recomendável.
O capítulo inaugural, Jornada nas Estrelas: O Filme, resgatou a essência dos anos 1960 para as telonas com uma escala grandiosa. Embora adote um ritmo mais contemplativo e vagaroso, sua atmosfera solene cumpre muito bem o papel de ambientar o espectador no cosmos.

Vale a pena ver os filmes clássicos de Star Trek para imersão completa na franquia. (Divulgação/Paramount Pictures)
No caso de À Procura de Spock, o terceiro filme funciona como um elo narrativo indispensável por desdobrar diretamente os eventos trágicos do longa anterior, mesmo apresentando uma estrutura um pouco irregular.
Por fim, A Última Fronteira carrega a fama de ser o exemplar mais fraco da safra inicial, tornando-se o único item genuinamente dispensável para quem tem pressa. Ainda assim, ele reserva bons momentos para quem já se afeiçoou à dinâmica da equipe e deseja esgotar todas as histórias da tripulação clássica.





